Centro Educacional Adventista do IBES

Unidade - IBES

Vila Velha - ES

Proposta Pedagógica

01/08/2011 às 11:14 | Portal

PROPOSTA PEDAGÓGICA
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

 


A proposta pedagógica da ESCOLA ADVENTISTA DO IBES leva em conta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9.394/96, a Constituição Brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o disposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN.

Proposta pedagógica da Escola Adventista fundamenta-se em que todos os seres humanos são criados à semelhança de Deus, dotados de habilidades diferentes, o que os tornam únicos, especiais e exclusivos. Cada indivíduo tem um potencial a ser desenvolvido e toda a nossa ação pedagógica estará voltada a viabilizar esse desenvolvimento, levando o aluno a descobrir as maravilhas do mundo que o rodeia. Cada conteúdo será desenvolvido dentro de um contexto significativo, transformando crianças em cidadãos úteis e comprometidos com o bem, a cidadania e a auto-realização.

 A metodologia  pedagógica de ensino da ESCOLA ADVENTISTA DO IBES está baseada na proposta integralista, ou seja, o objetivo é levar a criança a explorar e descobrir todas as possibilidades do seu corpo, dos objetivos, das relações, do espaço e através disso, desenvolver a sua capacidade de observar, descobrir e pensar. As Atividades são programadas à inserir o conteúdo a ser trabalhado dentro do objetivo a ser alcançado pela escola.

A ESCOLA ADVENTISTA DO IBES adota a metodologia pedagógica integralista para o trabalho com os alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental.

Em síntese, a atuação da escola consiste na preparação do aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhe um instrumental por meio da aquisição de conteúdo e da socialização, para uma participação organizada e ativa da democratização da sociedade prontos para servir.

Se o objetivo da escola é privilegiar a aquisição do saber, e de um saber vinculado à realidade social, é preciso que os métodos favoreçam a correspondência dos conteúdos com os interesses dos alunos e que estes possam reconhecer nos conteúdos, o auxílio ao seu esforço de compreensão da realidade.

 

 

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

 

  1. Dados da Mantenedora

 

1.1 Mantenedora

INSTITUIÇÃO ADVENTISTA DE ENSINO E ASSISTÊNCIA  SOCIAL ESTE BRASILEIRA

1.2 CNPJ

73.686.370/0197-02

1.3 Endereço

Rua José Barros da Silva, 61 – Campo Grande – Cariacica - ES

1.4 Tel.

(27) 3089-3100

1.5 Data da Fundação

06/02/2009

1.6 Registros

Cartório 3º Ofício de Niterói Francisco Romano Moreira – Niterói - RJ

1.7 Utilidade Pública

Livro 219 fls 195 e 196 Ato 157 16/12/2008

1.8 Presidente

Moisés Dias de Carvalho Junior

1.9 Secretário

Joel Fernandes de Carvalho

1.10 Tesoureiro

Hermes Demarche

 

 

2. Dados da Escola Adventista do IBES

 

2.1 Nome da Escola

CENTRO EDUCACIONAL ADVENTISTA DO IBES

2.2 CNPJ

73.686.370/0057-52

2.3 Endereço

Praça Assis Chateaoubriand, 358 – IBES – Vila Velha - ES

2.4 Tel.

(27) 3340-6010 e 3289-5050

2.5 Superintendência de Ensino

Vila Velha

2.6 Data da Criação da Escola

06/03/1992

2.7 Autorização

CEE 6891

2.8 Reconhecimento

CEE 6891

2.9 Turno de Funcionamento

Matutino e Vespertino

2.10 Níveis de Ensino

Educação Infantil e Ensino Fundamental

2.11 Dias Letivos/Horas

201 Dias Letivos/ 805 Horas aula

 

 

Missão

 

 

   Aprimorar no homem, continuamente, todas as dimensões do conhecimento, em harmonia com os princípios  bíblico-cristãos, posicionando-se de maneira crítica, autônoma e construtiva no exercício da cidadania , buscando o sentimento da aceitação, segurança e auto-estima no relacionamento com Deus e com o semelhante.

 

 

 

Filosofia

 

   Restauração, Esta palavra define nossa proposta educacional, pois o homem que foi criado à imagem de seu Criador, deveria manter esta imagem, não só na aparência exterior como no caráter. (WHITE, Patriarcas e Profetas, p. 28).

 

   Mas, infelizmente, não é isto que este homem hoje reflete, Há uma busca, um anseio da humanidade em restaurar, modificar, mudar,e a Educação Adventista, tem no seu ideal fazer este homem mudar e se modificar segundo o plano original do Criador.

 

   “Restaurar no homem a imagem do seu Autor, levá-lo de novo à perfeição em que fora criado, promover o desenvolvimento do corpo, espírito e alma para que se pudesse realizar o propósito divino de sua criação – tal deveria ser a obra da Redenção. Este é o objetivo da vida”. (White, Educação – p. 16).

  

   Procurando cumprir este objetivo, é que nossa Escola Adventistas do IBES se empenham em qualificar o material humano, a estrutura física, mas acima de tudo o espírito cristocêntrico de nossa pedagogia.

 

   Certos de que há falhas humanas, mas convictos de que há um Deus que não falha, nossa escola trabalha para que a criança e o jovem se desenvolva como um ser pessoal, alcançando a maturidade de sua individualidade exercendo livremente seu direito de pensar e agir, e aprendendo finalmente a ser útil e a servir ao próximo e ao seu Criador. 

 

 

 

Objetivos

 

Desenvolver harmonicamente nos alunos, as faculdades físicas, intelectuais, espirituais,

emocionais, sociais e morais, a fim de prepará-los para esta vida e para a vida futura.

Formar cidadãos respeitosos, de conduta honesta, fala verdadeira, sabedores de seus direitos e deveres, comprometidos com o desenvolvimento da nação e bem estar de seus semelhantes.

Formar um profissional competente, apto ao mercado de trabalho e capaz de adaptar-se, com eficiência, às constantes transformações da sociedade.

 

 

METODOLOGIA

 

A metodologia de ensino e aprendizagem da Educação Adventista pauta-se pelas concepções filosóficas e pelos objetivos a que se propõe, conforme o pensamento hebraico-oriental e o modelo de Jesus, o Mestre por excelência.

Isso não significa que o educador terá um modelo de ensino, pois cada um possui habilidades próprias e para cada realidade educacional existem praticas diversas, costumes e idéias produzidos socialmente. Como afirma Durkheim (1978: 39), “não há povo em que não exista certo número de idéias, sentidos e praticas que a educação deve inculcar a todas as crianças indistintamente, seja qual for a categoria social a que pertençam”. Entretanto, existe uma base metodológica comum que sustenta e promove a unicidade e identidade da instituição educacional.

Nessa perspectiva, toda prática pedagógica deve estar amparada por princípios que a norteiem. Desse modo, o educador que apreende os princípios tem a possibilidade de os transferir para outras situações no cotidiano.

 

Princípios metodológicos, didáticos e de valores

 

Os seguintes princípios metodológicos servem como base comum para as praticas curriculares nas unidades escolares adventistas:

 

a)           Integração fé e ensino:

Ao integrar fé e ensino, educador e educando são levados a refletir sobre todos os aspectos da realidade, numa perspectiva cristocêntrica. A integração fé e ensino não pode ser fruto do acaso; ao contrario, deve ser um processo intencional sistemático. Todas as atividades educativas deveriam partir de uma perspectiva bíblico-cristã. O objetivo é levar os alunos a internalizar voluntariamente uma visão da vida orientada para o serviço, motivada pelo amor e voltada para o reino eterno de Deus.

Para isso, é preciso que o educador adventista se consagre diariamente a Deus e esteja consciente da missão delineada na cosmovisão bíblico-adventista.

 

b)           Estimulo ao espírito de investigação, reflexão e criatividade:

O educando possui naturalmente um espírito inquiridor a respeito da vida e do funcionamento do mundo. Cabe ao educador estimulá-lo e orientá-lo a procurar respostas para suas indagações, através de instrumentos como a pesquisa, e despertar o espírito investigativo através de reflexões a respeito das diversas situações da vida humana.

A palavra “pesquisa” aqui deve ser entendida como um instrumento que propicia a construção do conhecimento e não como uma mera consulta de dados prontos e acabados. O educador deve primar por uma investigação que estimule o raciocínio, a reflexão e a criatividade. Assim, não colocará a mente do educando sobre seu controle, mas contribuirá para o desenvolvimento da autonomia intelectual.

 

Os professores devem induzir os alunos a pensar, e a entender claramente a verdade por si mesmos. Não basta ao professor explicar, ou ao aluno crer; cumpre despertar o espírito de investigação, e o aluno ser atraído a enunciar a verdade em sua própria linguagem, tornando assim evidente que lhe vê a força e faz a aplicação (White, 1994: 140).

 

c)           Conhecimento da realidade do educando como ponto de partida:

É imprescindível que o educador conheça a realidade do educando, no seu contexto social, e como se processa o seu desenvolvimento físico, emocional e intelectual. Ao introduzir qualquer tema ou assunto, precisa obter informações relevantes ao contexto do educando, propondo situações, problemas e desafios que permitam a elaboração de hipóteses, a realização de experimentos e a construção de analogias, relacionando as partes ao todo. Tal postura contribuirá para o ânimo do educando em sua trajetória estudantil e para a elaboração e compreensão de questões mais amplas.

 

Em seus ensinos, tirava Cristo ilustrações do grande tesouro dos laços e afeições de família, bem como da natureza. O desconhecido era ilustrado pelo conhecido; sagradas e divinas verdades, pelas coisas naturais e terrestres, com as quais o povo se achava mais familiarizado (White, 2000a: 178).

 

d)           Relação teoria-prática:

Teoria e prática não são, na concepção adventista, duas fases, mas elementos de um círculo harmonioso. Aprende-se fazendo, faz-se aprendendo.

O educador precisa ter em mente a importância da aplicabilidade dos temas estudados em sala de aula. O conhecimento teórico sem o conhecimento prático quase nada contribui para o sucesso do educando.

O trabalho prático desperta observação minuciosa e pensamento independente. Não é produtivo se deter no ensino de conceitos quando estes estão ligados às questões cotidianas, como se comunicar com fluência, ler e escrever com clareza e coesão, saber preparar alimentos saudáveis, fazer com precisão as contas dos próprios gastos.

 

[Quando esteve na Terra,] Jesus não tratou de teorias abstratas, mas daquilo que é essencial ao desenvolvimento do caráter, que ampliará a capacidade humana quanto ao conhecimento de Deus, e lhe aumentará o poder de fazer o bem (White, 2000a: 34-35).

 

e)           Interação afetiva:

A relação afetiva é um dos aspectos educativos de vital importância. Pela conquista do coração se obtêm a amizade e se contribui para uma auto-estima positiva, essencial ao crescimento da personalidade. Desenvolve-se, assim, o sentimento de aceitação, segurança e inter-relacionamento com os semelhantes.

 

Os professores muitas vezes deixam de entrar suficientemente em relação social com seus alunos. Manifestam pouca simpatia e ternura, e demasiada dignidade de um juiz austero. Conquanto o professor tenha de ser firme e decidido, não deve ser opressor e ditatorial. Ser áspero e severo, ficar longe de seus discípulos, ou tratá-los indiferentemente, corresponde a fechar a passagem pela qual poderia influir neles para o bem (White, 1996a: 280).

 

f)            Ensino de valores:

Segundo Knight (2001: 240, 241), toda experiência educacional é repleta de valores. A axiologia deve permear o currículo escolar e influenciar um viver coerente com os princípios básicos da ética crista e da valorização do educando como individuo e como membro de uma comunidade, com responsabilidades e direitos em relação ao meio ambiente, à vida e à família.

 

A verdadeira educação não desconhece o valor do conhecimento cientifico ou aquisições literárias, mas acima da instituição aprecia a capacidade, acima da capacidade a bondade, e acima das aquisições intelectuais o caráter. O mundo não necessita tanto de homens de grande intelecto, como de nobre caráter. Necessita de homens cuja habilidade seja dirigida por princípios firmes (White, 1996a: 225).

 

g)           Respeito à unicidade do educando:

O educador cristão deve reconhecer e respeitar a individualidade, unicidade e valor em cada pessoa. Em seu relacionamento com os discípulos e com a população em geral, Jesus respeitava a individualidade e valorizava as pessoas.

O respeito à individualidade não deve negar a importância do grupo. Paulo, escrevendo aos coríntios a respeito dos dons espirituais, ressaltou o valor do todo social assim como o valor único de cada pessoa (I Cor. 12: 12-31). O corpo (grupo social) tem saúde quando a unicidade dos membros é respeitada. A sala de aula não deve ressaltar o individualismo, mas o respeito pela individualidade e pelo grupo.

 

Em todo verdadeiro ensino o elemento pessoal é essencial. Cristo, em Seu ensino, tratava com os homens individualmente. Foi pelo trato e convívio pessoal que Ele preparou os doze [discípulos]. Era em particular, e muitas vezes a um único ouvinte, que dava Suas preciosas instruções. [...] O mesmo interesse pessoal, a mesma atenção para com o desenvolvimento individual são necessárias na obra educativa hoje. Muitos jovens que aparentemente nada prometem, são ricamente dotados de talentos que não aplicam a uso algum. [...] O verdadeiro educador, conservando em vista aquilo que seus discípulos podem tornar-se, reconhecerá o valor do material com que trabalha. Terá um interesse pessoal em cada um de seus alunos, e procurará desenvolver todas as suas faculdades. Por mais imperfeitos que sejam eles, acoroçoará [ou incentivará] todo o esforço por conformar-se com os princípios retos (White, 1996a: 231-232).

 

h)           Espírito cooperativo:

A Bíblia reforça a importância da convivência social. Portanto, o espaço escolar deve proporcionar relações de cooperação com excelente oportunidade para o desenvolvimento continuo do conhecimento e da formação do caráter. Trabalhos em grupo, envolvimento em projetos de auxilio à comunidade e participação ativa dos educandos no apoio aos seus pares são algumas das alternativas aplicáveis a este principio.

 

A cooperação deve ser o principio da sala de aluas, a lei de sua vida. O professor que adquire a cooperação de seus discípulos consegue um auxilio inapreciável [ou imprescindível] na manutenção da ordem (White, 1996a: 285).

 

i)             Interdisciplinaridade:

A inter-relação entre os conteúdos nas diferentes disciplinas contitui-se o foco da interdisciplinaridade. Não podemos conceber um modelo educativo que fragmente a relação que a própria vida faz de seus conteúdos no dia-a-dia. A educação adventista oferece uma relação epistemológica entre as disciplinas para que os diversos saberes se construam de maneira harmônica.

 

Não é bom sobrecarregar a mente de estudos que exigem intensa aplicação, mas que não são introduzidos na vida prática. Tal educação será prejudicial ao estudante. Pois esses estudos diminuem o desejo e a inclinação para aqueles outros que o habilitariam a ser útil, e o tornariam capaz de se desempenhar de suas responsabilidades. Um preparo prático é muito mais valioso de que qualquer soma de teoria. Não é mesmo suficiente possuir conhecimento. Precisamos ter habilidade para os empregar devidamente (White, 2000a: 387).

 

j)            Preparo para servir:

O serviço é um elemento essencial através do qual “Deus busca curar a alienação entre as pessoas, que se desenvolveu em conseqüência da queda” (Knight, 2002:214). Nessa perspectiva, um dos objetivos primordiais da Educação Adventista é o serviço a outros, não entendido como subserviência nem como humanitarismo altruísta, mas como essência do amor cristão e caráter semelhante ao de Cristo (Knight, 2002: 216). Tal educação se propõe a oportunizar situações para que os educandos sirvam aos semelhantes em suas respectivas comunidades.

 

Cristo ligou os homens ao Seu coração pelos laços da dedicação e do amor; e pelos mesmos laços ligou-os a seus semelhantes. Para Ele o amor era a vida, e a vida era o serviço em prol de outrem (White, 1996a: 80).

 

 

Orientações Didático-metodológicas:

 

O trabalho pedagógico deve abranger atividades diversificadas envolvendo todas as áreas do currículo, conforme os objetivos apresentados anteriormente. As atividades escolhidas, sejam individuais ou coletivas, precisam estar em consonância com os princípios metodológicos elencados e com o projeto educacional de cada Unidade Escolar.

Os coordenadores pedagógicos e docentes deverão analisar orientações aqui colocadas como possibilidades concretas e desejáveis à prática curricular no contexto da Educação Adventista, tendo em vista que “é preciso agir com critérios definidos e com prudência. Não basta relacionar qualquer coisa num planejamento. Há necessidade de estudar que procedimentos e que atividades possibilitarão, da melhor forma, que nossos alunos atinjam o objetivo de aprender o melhor possível daquilo que estamos pretendendo ensinar” (Luckesi, 1993: 105).

 

Os professores podem aprender uma lição do incidente do fazendeiro que pôs a comida das ovelhas em uma manjedoura tão alto que as menores do rebanho não a podiam alcançar. Alguns mestres apresentam a verdade aos alunos de maneira semelhante. Põem tão alto a manjedoura, que aqueles a quem ensinam não podem alcançar o alimento. Esquecem-se de que os alunos possuem apenas uma parte da oportunidade que eles têm tido para obter o conhecimento de Deus (White, 2000a: 435).

 

Partindo dessas considerações, o espaço da sala de aula deve ser organizado de maneira que possibilite ao educando se locomover livremente, considerando seus interesses e necessidades, proporcionando o desenvolvimento da linguagem oral, da socialização e do espírito de cooperação.

É importante que o educador perceba que o pátio da escola, a biblioteca, o auditório e a sala de artes, entre outros lugares, também são espaços educativos para explorar o lúdico, a historia de vida, os saberes do mundo contemporâneo, a criatividade, a leitura, a escrita. Em todos esses espaços, o educador pode utilizar inúmeras ilustrações, objetos e figuras que estejam direta ou indiretamente relacionados ao tema de estudo. Ao fazer uso de tais recursos, desperta a atenção e a curiosidade de seus educandos, proporcionando o seu envolvimento com a temática a ser trabalhada.

 

 

Mediante o uso de figuras e símbolos, as lições dadas eram assim ilustradas e gravadas mais firmemente na memória. Por meio desse conjunto de imagens animadas, a criança era iniciada, quase desde a infância, nos mistérios, na sabedoria e nas esperanças dos pais e guiadas num modo de pensar, sentir e prever que alcançava muito mais além do visível e transitório; até o invisível e eterno (White, 2000b: 19).

 

No contexto da sala de aulas, o educador precisa ser surpreendente como Jesus era. Os discípulos e a multidão jamais sabiam o que ia acontecer no decorrer de Seus ensinamentos. Dessa forma, o Mestre impressionava a mente de Seus discípulos fazendo-os gravar na memória o que era realmente importante.

A vida tem uma relação fundamental com a memória. Uma não faz sentido sem a outra. Quando esta é construída com significado, a aprendizagem é arquivada, por assim dizer, nos espaços intrincados e fascinantes do cérebro humano.

 

Embora a memória possa ser deficiente a principio, há de crescer em força mediante exercício, de maneira que, depois de algum tempo, vos será um prazer entesourar as preciosas palavras da verdade. E o habito prover-se-á um valioso auxilio ao crescimento religioso (White, 1999a: 42).

 

O educador precisa conhecer o funcionamento da memória e os motivos que tornam uma informação mais interessante que a outra. O educando estabelece prioridades e preferências de acordo com o que lhe é próprio ou familiar. Por isso, os procedimentos e os recursos de ensino devem ser os mais variados, de forma que estimulem todos os sentidos.

 

Nosso Salvador ligava Suas preciosas lições às coisas da natureza. As arvores, os pássaros, as flores dos vales, as colinas, os lagos, o belo firmamento, assim como incidentes e o ambiente da vida diária, tudo ligava-o Ele às palavras da verdade, para que Suas lições fossem muitas vezes trazidas à memória, mesmo em meio dos absorventes cuidados da trabalhosa vida humana (White, 1990: 85).

 

O uso de tecnologias como recurso educacional deve ir além do ensino instrumental. A pratica educativa que valorizará o ser humano não depende do fato de usarmos uma caneta ou um computador, mas dos significados que estamos produzindo nessa interação social.

É necessária clareza nas concepções de ensino e aprendizagem que estão por trás do uso dos recursos tecnológicos. Caso contrario, teremos ainda cartilhas eletrônicas revestidas de modernidade com concepções arraigadas em pedagogias tradicionais.

O livro didático também é um importante aliado do docente na apresentação dos conteúdos em sala de aula. Baseado nesse entendimento, na escolha e utilização do livro e de todo e qualquer outro material didático e paradidático, deve-se considerar a concepção filosófica apresentada e certificar se é coerente com as concepções filosóficas da Educação Adventista. Pois o pensamento do autor e suas crenças ali expostas a partir da seleção de textos, da proposição de atividades e mesmo da indicação de leituras, filmes e sites.

A ordem de utilização dos livros não deve ser determinada pelo autor, e sim pela Unidade Escolar, através do planejamento curricular e do momento. Há bastante tempo não caba ao docente planejar as aulas seguindo o sumario do livro, limitando o conteúdo da aula ao que está prescrito por determinado autor.

Cabe lembrar que nenhum livro didático contém todo o desenvolvimento necessário ao desenvolvimento do estudante. Dessa maneira, é preciso que educando e educador invistam tempo na consulta de diversas fontes de informação, tais como livros, revistas, jornais, enciclopédias, sites e filmes.

Se por um lado o livro não contém todo o conhecimento necessário, nem toda a verdade sobre determinada temática, por outro a sua não utilização é o oposto radical, tendo em vista que para muitas famílias o livro é a principal fonte de pesquisa e sistematização didática. Através dele, o educando pode se reporta quantas vezes quiser e necessitar ao conteúdo tratado em sala.

 Livro didático não deve limitar a ação pedagógica, mas ser instrumento de apoio ao educando e ao educador. O seu uso possibilita abrir espaço para discussões relevantes que levem o educando a perceber o entorno social com visão critico-cristã e construir valores e princípios.

 

O Senhor espera que nossos professores excluam de nossas escolas livros que ensinam conceitos que não estão de acordo com Sua Palavra, e dêem lugar aos livros do mais alto valor. É o desígnio do Senhor que os professores das nossas escolas sobrepujem em sabedoria a sabedoria do mundo, porque estudam a Sua sabedoria. Deus será honrado quando os professores das nossas escolas, desde os cursos superiores até os mais baixos, revelarem que possuem mais do que simples sabedoria humana, pelo fato de estar à frente o Mestre por excelência (White, 1996b: 517).

 

A utilização dos recursos apresentados não substitui a explanação e a argumentação em sala de aula. Ao contrário, essas abordagens caminham juntas, são interdependentes, adquirindo um novo sentido. Não se trata daquela aula expositiva em que o educador fala e o educando ouve, mas de uma integração dialógica. Envolve reflexão e posicionamento crítico, impulsionando o educando para a solução de uma situação-problema, impelindo-o a uma investigação metodológica. Enquanto o educando investiga em busca de respostas, o educador age como mediador, ao confirmar ou refutar suas hipóteses, e ambas aprendem.

As possibilidades didático-metodológicas apresentadas até então podem estar associadas ao trabalho através de projetos. Na perspectiva de Hernandéz (1998: 26-31), os projetos são considerados “uma concepção de ensino, uma maneira de suscitar a compreensão dos educandos sobre os conhecimentos que circulam fora da Escola e de ajudá-los a construir sua própria identidade.”

Bomtempo (1997: 6-11) afirma que trabalhar através de projetos é antes de tudo adotar uma atitude intencional, um plano de trabalho, sob a coordenação do educador. Ou seja, não é meramente uma técnica de ensino mais atrativa para o educando.

Entra as vantagens de trabalho através de projetos, destacam-se as seguintes: pressupõe um trabalho de elaboração coletiva envolvendo educandos e educadores; dá funcionalidade ao que será aprendido e sua duração depende do nível de abrangência do tema e do interesse do grupo; possibilita uma avaliação processual durante a seqüência de situações de aprendizagem, valorizando a função dos registros; supõe que a aprendizagem, vinculada ao fazer, resgata a atividade manual ou artesanal que a cultura vinculada à perspectiva do conhecimento globalizado ocidental tende a menosprezar; favorece a organização do currículo integrado; supõe que todos podem aprender e que possuem papéis diferentes e necessários; possibilita um contato com as práticas sociais reais; favorece a iniciação cientifica em qualquer nível de ensino.

Trabalhar por projetos, portanto, envolve sempre a resolução de problemas, possibilitando a análise, a interpretação e a crítica por parte dos educandos. Não há uma fórmula ou modelo pronto do como desenvolver projetos em sala de aula, mas sim uma postura coerente na forma de compreender e vivenciar a experiência escolar.

É preciso que o coordenador pedagógico e o docente verifiquem sua realidade, recurso, perfil das turmas, interesse, calendário pedagógico, ou seja, o contexto em que se encontram inseridos, para que o trabalho através dos projetos não se caracterize num modismo, nem seja uma obrigação ou uma única prática pedagógica.

Enfim, a metodologia empregada na Educação Adventista deve contribuir para que o educando possa estar em permanente desenvolvimento, em todos os aspectos, e o seu caráter possa ser moldado conforme o modelo do Filho de Deus, pois só assim a educação alcançará seus objetivos.

 

Educação Infantil

 

Objetivos da Educação Infantil

 

A prática na Educação Infantil será organizada de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

 

 

  • · Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;
  • · Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;
  • · Estabelecer vínculos afetivos e de troca  com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
  • · Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
  • · Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;
  • · brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
  • · Utilizar diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;
  • · Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conteúdo Programático – Jardim I e II          

 

Conhecimento de Mundo

Linguagem Oral e Escrita

Matemática

 

Os conteúdos são apresentados em três blocos : “Falar e escutar” “Práticas de Escrita”

Falar e Escutar

?Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos necessidades, opiniões, ideias, preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano.

? Elaboração de perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos de que participa.

? Participação em situações que envolvem necessidades de explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista.

? Relato de experiências vividas e narração de fatos em sequência temporal  casual.

?Reconto de histórias conhecidas em aproximação ás características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e objetos, com ou sem a ajuda do professor

 

Práticas de leitura:

? Participação nas situações em que os adultos leem textos de diferentes gêneros, como contos, poemas, notícias de jornal, informativos, parlendas, trava-línguas, etc.

? Participação em situações em que as crianças leiam, ainda que não façam de maneira convencional.

? Observação e manuseio de materiais impressos, como livros, revistas, histórias em quadrinhos, etc., previamente apresentados ao grupo.

? Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento.

 

Práticas de escrita:

? Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita.

? Escrita do próprio nome em situações em que isso é necessário.

? Apresentação das vogais.

? Apresentação do alfabeto.

?Produção de textos individuais e/ou coletivos ditados oralmente ao professor para diversos fins.

?Prática de escritas de próprio punho, utilizando o conhecimento de dispõe, no momento, sobre o sistema de escrita língua materna.

  • • Respeito pela produção própria e alheia.

 

 

Os conteúdos estão organizados em três blocos: “Números e sistema de numeração”, “Grandezas e medidas” e “Espaço e forma”. A organização por blocos visa a oferecer visibilidade às especificidades dos conhecimentos matemáticos a serem trabalhados, embora as crianças vivenciem esses conteúdos de maneira integra.

Números e sistema de numeração

Este bloco de conteúdos envolve contagem, notação e escrita numéricas e as operações matemáticas.

? Utilização da contagem oral nas brincadeiras e em situações nas quais as reconhecem suas necessidades.

? Utilizações de noções simples cálculos mental como ferramenta para resolver problemas.

? Comunicação de quantidades, utilizando a linguagem oral, a notação numérica e/ou registro não-convencionais.

? Identificação da posição de um objeto ou número numa série, explicitação a noção de sucessor e antecessor.

? Identificação de números nos diferentes contextos em que se encontram.

? Comparação de escrita numéricas, identificando algumas regularidades.

? Identificação e registro do número 1 ao 9.

 

Grandezas e medidas:

? Exploração de diferentes procedimentos para comparar grandezas.

? Introdução às noções de medida de comprimento, peso, volume e tempo, pela utilização de unidades convencionais e não-convencionais.

? Marcação do tempo por meio de calendários.

? Experiências com dinheiro em brincadeiras ou situações de interesse das crianças.

 

Espaço e forma:

? Explicitação e/ou representação da posição de pessoas e objetos, utilizando vocabulário pertinente nos jogos, nas brincadeiras e nas diversas situações nas quais as crianças considerem necessárias essa ação.

? Exploração e identificação propriedades geométricas de objetos e figuras, como formas, tipos de contornos, bidimensionalidade, tridimensionalidade, faces planas, lados retos, etc.

? Representação bidimensionais e tridimensionais de objetos.

? Identificação de pontos de referência para situar-se e deslocar-se no espaço.

? Descrição e  representação de pequenos percursos e trajetos , observando pontos de referência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhecimento de Mundo

Natureza e Sociedade

Artes Visuais

Os conteúdos estão em cinco blocos: Organização dos grupos e seu modo de ser, viver e trabalhar”; “Os seres vivos” e “Fenômenos  da natureza”.

 

Organização dos grupos e seu modo de ser, viver e trabalhar

? Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções  que digam respeito ás tradições culturais de sua comunidade e de outra;

? Conhecimento de modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos  sociais do presente e do passado;

? Identificação de alguns papéis sociais existentes em seus grupos de convívio, dentro e fora da instituição;

? Valorização do patrimônio cultural do seu grupo social e interesse por conhecer diferentes formas de expressão cultural.

 

Os lugares e suas paisagens:

? Observação da paisagem local (rios, vegetação, construções, florestas, campos, dunas, açudes, mar, montanhas, etc.);

? Utilizando, com ajuda dos adultos, de fotos, relatos e outros registros para a observação de mudanças  ocorridos nas paisagens ao longo do tempo;

.Valorização de atitudes de manutenção e preservação dos espaços coletivos e meio ambiente.

 

Objetos e processos de transformação:

  • Participação em atividades que envolvam processos de confecção de objetos; reconhecimento de algumas características de objetos produzidos em diferentes épocas e grupos sociais; conhecimento de algumas propriedades dos objetos; refletir, ampliar ou inverter as imagens, produzir, transmitir ou ampliar sons propriedades ferromagnéticas, etc;
  • Cuidado no uso de objetos do cotidiano, relacionados à segurança e prevenção de acidentes, e à sua conservação.

 

Os seres vivos:

  • Estabelecimento de algumas relações entre diferentes espécies de seres vivos, suas características e suas necessidades vitais;
  • Conhecimento dos cuidados básicos de pequenos animais e vegetais por meio da sua criação e cultivo;
  • Conhecimento de algumas espécies da fauna e da flora brasileira e mundial;
  • Percepção dos cuidados necessários à preservação da vida e do ambiente;
  • Valorização da vida que impliquem cuidados prestados a animais e plantas;
  • Percepção dos cuidados com o corpo, à prevenção de acidentes e à saúde de forma geral;
  • Valorização de atitudes relacionadas à saúde e ao bem-estar individualmente e coletivo.

 

Os fenômenos da natureza:

  • Estabelecimento de ralações entre os fenômenos da natureza de diferentes regiões (relevo, rios, chuvas, secas, etc.) e as formas de vida dos grupos sociais que ali vivem;
  • • Participação em diferentes atividades envolvendo a observação e a pesquisa sobre a ação de luz, calor, som, força e movimento.

 

 

 

 

 

Os conteúdos estão em dois blocos. O primeiro bloco se refere ao fazer artístico e o segundo trata da apreciaçãoem Artes Visuais.

 

O fazer artístico:

  • Criação de desenhos pinturas, colagens, modelagens a partir de seu próprio repertório e da utilização dos elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma, cor, volume, espaço, textura, etc.
  • • Exploração e aprofundamento das possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e suportes necessários para o fazer artístico.
  • • Exploração dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos artísticos.
  • • Organização e cuidado com os materiais no espaço físico da sala.
  • • Respeito e cuidado com os objetos produzidos individualmente e em grupo.
  • • Valorização de suas próprias produções, das de outras crianças e da produção de arte em geral.

 

Apreciação em Artes Visuais:

  • Conhecimento da diversidade de produções artísticas, como desenhos, pinturas, esculturas, construções, fotografias, colagens, ilustrações, cinemas, etc.
  • • Apreciação das suas produções e das de outros, por meio da observação e leitura de alguns dos elementos da linguagem plástica.
  • • Observação dos elementos constituintes da linguagem visual: ponto, linha, forma, cor, volume, contrastes, luz, texturas.
  • • leitura de obras de arte a partir da observação, narração, descrição e interpretação de imagens e objetos.

 

 

 

Conteúdo Programático  - Jardim II

 

 

Conhecimento de Mundo

Formação Pessoal e Social

Música

Movimento

Identidade e Autonomia

Os conteúdos estarão organizados em dois blocos: “O fazer musical” e “Apreciação musical”, que abarcarão, também, questões referentes à reflexão.

 

O fazer musical:

  • • Reconhecimento e utilização expressiva, em contexto musicais das diferentes características geradas pelo silêncio e pelos sons: altura (graves ou agudos), duração(curtos ou longos), intensidade(fracos ou fortes) e timbre (característica que distingue e “personaliza” cada som).
  • • Reconhecimento e utilização das variações de velocidade e densidade  na organização e realização de algumas produções musicais.
  • • Participação em jogos e brincadeiras que envolvam a dança e/ou a improvisação musical.
  • • Repertório de canções para desenvolver memória musical.

 

Apreciação musical:

A apreciação musical refere-se à audição e à interação com músicas diversas.

 

  • Escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
  • Reconhecimento de elementos musicais básicos: frases, partes, elementos que se repetem, etc. (a forma).
  • Informações sobre as obras ouvidas e sobre seus compositores para iniciar seus conhecimentos sobre a produção musical.

Os conteúdos estão organizados em dois blocos. O primeiro refere-se às possibilidades expressivas do movimento e o segundo ao seu caráter instrumental.

 

Expressividade:

  •  Utilização expressiva intencional do movimento das situações cotidianas em suas brincadeiras.
  • • Percepção de estruturas rítmicas para se expressar-se corporalmente por meio da dança, brincadeiras e de outros movimentos.
  • • Valorização e ampliação das possibilidades estéticas do movimento pelo conhecimento e utilização de diferentes modalidades de dança.
  • • Percepção das sensações, limites, potencialidades, sinais vitais e integridade do próprio corpo.

 

Equilíbrio e coordenação

  • Participação em brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se, movimentar-se, dançar, etc., para ampliar gradualmente o conhecimento e controle sobre o corpo e o movimento.
  • Utilização dos recursos de deslocamento e das habilidades de força, velocidades, resistência e flexibilidade nos jogos e brincadeiras dos quais participa.
  • Manipulação de materiais, objetos e brinquedos diversos para aperfeiçoamento de suas habilidades.
  • Expressão, manifestação e controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações cotidianas.
  • Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano, pedindo ajuda se necessário.
  • Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
  • Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e os personagens.
  • Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras de futebol, casinha, pular corda, etc.
  • Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
  • Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros.
  • Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura, etc.
  • Valorização de limpeza e aparecia pessoal.
  • Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos.
  • Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de convívio social.
  • Participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando isso for pertinente.
  • Valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo.
  • Procedimento relacionados à alimentação e à higiene das mãos, cuidado e limpeza pessoal das várias partes do corpo.
  • Utilização adequada dos sanitários.
  • Identificação de situações de risco no seu ambiente mais próximo.
 

 

Português

Matemática

Artes

História/Geografia

1° B

I

M

E

S

T

R

E

  • Discriminação: visual, tátil, auditiva.
  • Comunicação oral.
  • Orientação temporal e espacial.
  • Identificação e escrita do nome.
  • Conhecendo o alfabeto.
  • Sequência lógica.
  • Noções: tamanho, comprimento, altura, peso, textura, distância, temperatura, espessura, tempo.
  • Conjuntos.
  • Cores.
  • Classificação.
  • Produções artísticas.
  • Socialização.
  • Como sou.
  • Cortesia.
  • Diversidade cultural.
  • Direitos e deveres da criança.
  • Datas comemorativas.
  • Cidadania.
  • Documentos.
  • Tempo.
  • Trânsito.
  • Páscoa.
     

B

I

M

E

S

T

R

E

  • Vogais.
  • Encontros vocálicos.
  • Frases, palavras, sílabas, letras.
  • Símbolos.
  • Numeral cardinal.
  • Sólidos geométricos.
  • Noções de adição e subtração.
  • Lateralidade.
  • Sequência numérica.
  • Sucessor e antecessor
    • • Cores primárias e secundárias.
    • • Textura.
    • • Linhas (vertical/ horizontal/ inclinada)
    • • Formas (Triângulo/ retângulo/ círculo/ quadrado)
    • • O homem e a arte.
    • Minha escola.
    • Datas comemorativas.
    • Meio de transporte.
    • O Índio.
    • Diferenças Sociais.
    • Mamãe.
     

B

I

M

E

S

T

R

E

  • Trabalhando com as letras.
  • • Numeral cardinal e ordinal.
  • • Adição e subtração.
  • • Noção de divisão.
  • • Medidas: massa, volume, peso (conservação).
  • • Sinais >< = ≠.
  • • Dezena e unidade.
  • • Dúzia e meia dúzia.
  • • Ordem crescente e decrescente.
  • Folclore.
  • Figuras geométricas.
  • Sons.
 

 

  • Minhas férias.
  • Papai.
  • Dia e noite.
  • As estações do ano.
  • Meios de comunicação.
  • Datas comemorativas.
  • Meio ambiente.

B

I

M

E

S

T

R

E

  • Trabalhando com as letras.
  • Numeral.
  • Noção haras inteiras.
  • Sistema monetário (moedas e cédulas)
  • Leitura de imagens (cor/ forma/ espaço)
  • Família.
  • Profissões.
  • Moradias.
  • Bairro.
  • Meio ambiente.
  • Datas comemorativas.
     

 

Ciências

Ens. Religioso

Inglês

Ed. Física

B

I

M

E

S

T

R

E

  • Produtos industrializados.
  • O corpo humano.
  • Fases do desenvolvimento humano.
  • Higiene e Saúde.
  • Órgãos dos sentidos.
  • Amizade.
  • Cortesia.
  • Sou uma criança.
  • Eu cresço e aprendo.
  • Crianças são crianças.
  • Todas as coisas têm nome.
  • Greetings
  • Let’s pray
  • My School
  • Esquema corporal -atividades e exercícios para descobrir as possibilidades do corpo e suas funções. Rodas cantadas.
  • Orientação Espaço Temporal – exercícios de orientação, localização direção e dimensão.
  • Expressão Corporal – iniciação do gestual esportivo através de imitação, corridas e saltos.
  • Atividades Recreativas com jogos e brincadeiras.
     

2° B

I

M

E

S

T

R

E

  • Seres vivos e não vivos.
  • Higiene – ambiente escolar.
  • Sistema Solar.
  • Meio ambiente.
  • Minha Escola.
  • Universo.
  • Terra planeta azul.
  • Para que serve a luz ?
    • • Numbers (1 a10)
    • • My body
    • • Left and Right
    • Esquema Corporal – exercícios naturais com ou sem material.
    • Expressão Corporal – representação com movimentos corporais (elementos e objetos). Rodas cantadas.
    • Orientação espaço temporal – ritmos variados: rápido, lento, devagar.
   

Capacidades físicas – VARF – velocidade, agilidade, resistência, força, flexibilidade e coordenação (corridas e saltos).

  • Atividades recreativas com jogos, brincadeiras e mini-competições.

B

I

M

E

S

T

R

E

  • O ar.
  • O solo.
  • Plantas.
  • Peixes e aves.
  • Astros.
  • O ar que respiramos.
  • Mundo verde.
  • Os astros.
  • Conhecendo as aves.
  • Vida na água.
  • My House
  • My Family
  • Animals
  • Weather
  • Esquema Corporal- atividades e exercícios sem material.
  • Expressão Corporal- atividade de imitação- animais, pessoas, objetos.
  • Orientação espaço-temporal – atividades e exercícios em diferentes trajetórias e velocidades.
  • Recreação e lazer – brincadeiras recreativas.
     

B

I

M

E

S

T

R

E

  • Animais.
  • Répteis.
  • Mamíferos: selvagens e domésticos.
  • S.O.S. – Planeta Terra.
  • Os répteis.
  • Animais que mamam.
  • Vivendo em família.
  • Onde as pessoas moram.
  • S.O.S. Planeta terra.
  • Big and Little
  • Feellings
  • Fruits
  • Capacidade Física –exercícios e atividades que requerem “VARF” e coordenação geral.
  • Exercícios de habilidades gerais com materiais e sem material.
  • Orientação Espaço – Temporal – orientar-se no espaço, através de comandos.
  • Atividades recreativas com jogos e brincadeiras recreativas.
     

 

 

 

 

Ensino Fundamental

Objetivos de Ensino Por Área

 

Língua Portuguesa:

 

            O estudo da língua materna enfatiza o desenvolvimento da competência linguística o que envolve o discurso oral e escrito.

            Nesse sentido, o trabalho pedagógico oferece condições para aprendizagens que envolvem o ouvir, o falar, o ler e o escrever.

            O domínio da língua tem estreita relação com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa pensamentos,  defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo e produz conhecimentos;

 

Objetivos:

 

? Expressar-se em diferentes situações e de diferentes maneiras;

? Conhecer e respeitar as variedades linguísticas do português falado;

? Saber distinguir e compreender o que dizem os diferentes gêneros de texto;

? Entender que a leitura pode ser uma fonte de informações, de prazer de conhecimento;

? Ser capaz de identificar os pontos mais relevantes de um texto, organizar notas sobre esse texto, fazer roteiros, resumos, índices e esquemas;

? Expressar seus sentimentos, experiências, idéias e opções individuais;

?  Produzir textos escritos, coesos e coerentes, ajustados a objetivos e leituras determinadas, preocupando-se com a forma ortográfica.

 

 

Língua Estrangeira

 

Inglês:

 

            Estamos na era da globalização e o domínio da língua estrangeira torna-se fator importante para a comunicação dos povos.

            O trabalho pedagógico prioriza o despertar no aluno o gosto e interesse pela língua estrangeira, visando a aquisição básica de uma habilidade comunicativa, colocando o aluno em contato com outras culturas, possibilitando seu desenvolvimento para participar de forma efetiva nesse período histórico da humanidade, quer seja em âmbito político ou econômico.

 

Objetivos:

 

? Perceber as diversas concepções culturais do mundo;

? Saber distinguir as variantes linguísticas;

? Saber identificar línguas estrangeiras e perceber que vive num mundo plurilíngue, no qual alguns idiomas desempenham papel hegemônico em determinado momento histórico;

? Reconhecer que a aquisição de uma ou mais línguas permite acessar bens culturais da humanidade;

? Ler e valorizar a leitura como fonte de prazer;

? Utilizar outras habilidades comunicativas de modo a poder atuar em situações diversas.

 

 

 

Ensino Religioso:

 

            O ser humano busca  constantemente explicar sua origem, dar sentido real ao que é e ao que faz, procurando ser melhor.

            No que acreditamos?

            Quais os valores que temos?

            Nossa escola tem uma filosofia cristã.

            Acreditamos em Deus como Criador de todo o universo, que nos fez à Sua semelhança e que amoravelmente mantém e conduz nossa vida.

            Nas aulas de Ensino Religioso, apresentamos Deus como fonte de verdade, sabedoria e amor, em quem podemos depositar total confiança, e encontrar forma de particular, segurança, conforto e paz.

            Procuramos desenvolver valores éticos, morais e sociais, tornando-nos mais humanos para com nossos semelhantes, desenvolvendo atitudes de amor, compreensão, aceitação e bondade, tendo como exemplo Jesus Cristo.

 

Objetivos:

 

? Desenvolver princípios de honestidade, companheirismo, integridade, respeito, amor ao próximo e a pátria;

? Refletir sobre a biografia das grandes personagens bíblicas como exemplos a serem seguidos para o desenvolvimento de um caráter nobre e puro;

? Visualisar o amor de Deus, através das lições da natureza, tomando consciência da responsabilidade e importância da ação humana na preservação do meio em que vive;

? Utilizar a Bíblia como agente educador relacionando temas como: cultura, saúde, ciências, princípios e métodos, poesias, cânticos, história, profecias…, discutindo e conceituando a validade desses elementos para a vida cotidiana;

? Descobrir, através do Ensino Religioso, que existe uma responsabilidade de encontrar o Deus Criador;

? Nutrir uma relação pessoal com Deus, mediante uma vida de devoção, oração e meditação.

 

 

História:

 

            Através da história concluímos que Deus existe e intervém no tempo e no espaço desde a criação deste mundo, que marcou o começo da história humana.

            O homem é um ser histórico que faz e conta a história, vive historicamente e tem consciência da passagem do tempo.

             A história é uma obra coletiva, resulta da ação de todos os homens como seres sociais, que se relacionam uns com os outros das mais diversas formas. São essas relações que determinam o lugar de cada indivíduo no tempo e no espaço, na história e na sociedade.

            Acreditamos que um estudo ativo, participativo e crítico do passado, relacionado com o presente e com vistas a um futuro melhor, leve nossos alunos a participar conscientemente da transformação da sociedade e do mundo em que vivem.

 

Objetivos:

 

? Construir noções de tempo próximo de sua vivência para posteriormente aplicá-los no tempo histórico;

? Resgatar sua história e a sua família, tendo consciência que é também agente ativo no meio em que vive;

? Respeitar a diversidade cultural na sociedade, valorizando o ser humano sem preconceito de raça, cor, gênero ou classe;

? Compreender o processo histórico na sua totalidade;

? Entender o processo histórico como resultado de fatores econômicos, sociais, políticos e culturais; compreender a si mesmo como um ser histórico integrando-se na sociedade.

 

 

 

Geografia:

 

            A geografia estuda as relações entre o processo histórico que regula a formação das sociedades humanas e o funcionamento da natureza por meio da leitura do espaço e da paisagem.

            O estudo da geografia permite ao aluno conhecer os elementos do ambiente natural e do ambiente criado pelo homem, levando-o a dominar os conceitos de espaço, território, paisagem e lugar, conhecimentos estes, imprescindíveis para compreensão da geografia como forma de desvendar a natureza dos lugares e do mundo como habitat do homem.

 

Objetivos:

 

? Observar como a sua comunidade lida com as diversas manifestações da natureza e compreender que elas, muitas vezes, determinam a maneira pela qual o espaço é ocupado;

? Conhecer e comparar a natureza da paisagem local com a de outros lugares;

? Reconhecer semelhanças e diferenças nas formas pelas quais os diferentes grupos sociais lidam com as manifestações da natureza;

? Compreender as múltiplas interações entre sociedade e natureza;

? Avalia a ação dos homens e suas consequências em diferentes espaços de tempos;

? Fazer a leitura de imagens, dados e documentos de diferentes fontes de informação para interpretar, analisar e relacionar fatos sobre o território, os lugares e as diversas paisagens;

? Utilizar a imagem gráfica (mapas, tabelas e outros) para obter informações;

? Valorizar o patrimônio cultural e respeitar as diferenças de povos e de valores individuais;

? Construir a idéia de mundo a partir da localidade onde vive.

 

 

Educação Física:

 

            A Educação Física além de moldar a estrutura física do aluno, contribui para a atividade intelectual e para a formação do cidadão, capacitando-o a refletir sobre suas possibilidades corporais e, com autonomia, exercê-la de maneira social, sempre respeitando e aceitando as diferenças de cada um, desenvolvendo espírito esportivo e cooperativo.

 

Objetivos:

 

? Estimular a comunicação, a participação, o respeito aos colegas e o convívio social através de todas as vivências corporais;

? Participar do verdadeiro espírito da recreação;

?Compreender a importância do exercício físico para o desenvolvimento da saúde;

? Conhecer a diversidade de padrões de saúde, beleza e estética corporal que existem nos diferentes grupos sociais;

? Adotar atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade em situações lúdicas e esportivas repudiando qualquer espécie de violência;

? Conhecer e adotar hábitos saudáveis de higiene, alimentação e atividades corporais.

 

 

 

Artes:

 

            O ser humano, mesmo sem dar conta disso, está cercado por obras de arte em situações diversas do dia-a-dia.

            O fenômeno artístico apresenta-se na cultura popular, na erudita e nos meios de comunicação. O contato do aluno com manifestações artísticas, desenvolve a sensibilidade, estimula a imaginação, leva adquirir e cultivar maior senso artístico e estético, além de ampliar as capacidades ao exercitar os diferentes sentidos do corpo como o tato a visão e a linguagem.

 

Objetivos:

 

? Construir, expressar-se e comunicar-se em artes plásticas e visuais, articulando percepção, imaginação, memória, sensibilidade e reflexão;

? Interagir com diferentes materiais e meios;

? Reconhecer e usar diversas técnicas;

? Desenvolver relação de autoconfiança com a própria produção artística;

? Valorizar a diversidade estética e artística;

? Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical;

? Conhecer, apreciar e adotar atitudes de respeito diante da variedade das manifestações musicais no país;

? Utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musical.

 

 

Ciências:

 

            Temos uma filosofia cristã. Acreditamos em Deus como criador de todo o universo, que nos fez à Sua semelhança e que amoravelmente mantém e conduz nossa vida.

            As ciências naturais em seu conjunto de conhecimentos temáticos estuda o Ambiente, Ser Humano e Saúde, Tecnologia e Astronomia, seres vivos, explicando os fenômenos da natureza e o modo como o homem intervém sobre ela, bem como as consequências dessa relação homem X natureza.

 

Objetivos:

 

? Reconhecer Deus como o Criador e Mantenedor de todas as coisas;

? Compreender a natureza como um todo sendo o ser humano parte integrante, desenvolvendo uma consciência ecológica atuante e transformadora;

? Compreender a importância da saúde demonstrando amor à vida através de cuidados dispensados ao próprio bem estar físico;

? Reconhecer a tecnologia como meio para suprir necessidades humanas;

? Organizar e registrar as informações por meio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, gráficos, lista e maquetes, de acordo com as exigências do assunto em estudo;

? Compreender a importância do método científico para a produção do conhecimento;

? Utilizar os conceitos científicos básicos, sendo capaz de uma ação crítica, cooperativa e investigadora.

 

 

Matemática:

 

            A matemática é um instrumento importante para diferentes áreas do conhecimento por ser utilizada em estudos ligados às ciências naturais, às ciências sociais, à composição musical, à arte e ao esporte. Ela faz parte da vida de todas as pessoas desde as experiências mais simples, como contar, comparar e operar sobre quantidades, até as mais complexas.

            Dada a importância da matemática na estruturação do pensamento e no desenvolvimento do raciocínio lógico, reconhecemos a necessidade de preparar nossos alunos para serem inseridos na sociedade atual e nela interagir de forma consciente, buscando alcançar o próprio sucesso e contribuir para o desenvolvimento de sua coletividade.

 

Objetivos:

 

? Identificar os conhecimentos matemáticos como meio para compreender e transformar o mundo à sua volta;

? Perceber que o estudo da matemática estimula o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas;

? Fazer observações de sua realidade em relação aos aspectos quantitativos e qualitativos com o uso dos conteúdos matemáticos;

? Resolver situações problemas e construir, a partir delas, os significados das operações fundamentais;

? Ampliar os procedimentos de cálculo mental, escrito, exato, aproximado, pelo conhecimento de regularidades dos fatos fundamentais, de propriedades das operações e pela antecipação e verificação de resultados.

 

 

Processo de Avaliação

Processo de Avaliação do Rendimento Escolar – Regimento Escolar

 

Processo de Avaliação do rendimento escolar baseado na lei 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

 

Sistema de Avaliação

Seção I

Da Avaliação

 

 

Art. 175 – A avaliação da aprendizagem é entendida como um procedimento sistemático, formativo, contínuo e cumulativo, inerente ao processo ensino-aprendizagem, com prevalência dos aspectos qualitativos.

 

Art. 176 – A avaliação do aproveitamento do aluno considera seu desenvolvimento nos aspectos  cognitivo, afetivo e psicomotor em cada um dos componentes curriculares.

 

Art. 177 – Na avaliação escolar devem ser estabelecidas expectativas de aprendizagem em consequência do ensino, expressos:

I- nos objetivos e conteúdos;

II- nos critérios de avaliação propostos;

III- na produção dos alunos;

IV- na postura docente.

 

Art. 178 – Os resultados da avaliação do aluno, em todos os níveis, cursos e modalidades de ensino são apresentados pelo professor, ao final de cada bimestre e do período letivo, sistematizados em médias bimestrais e/ou objetivos, porém, agregando-se a estes, percentuais expressos numericamente.  

 

    §1º. O resultado da avaliação da educação infantil será apresentado mediante relatório bimestral aos pais e/ou responsáveis, apenas em caráter informativo, não servindo como base para avaliação.

 

   §2º. No Ensino Fundamental e Médio,a média bimestral será apresentada no boletim, de forma sintética e num sistema numérico de zero a 10 (dez), considerando a primeira casa decimal.

 

Art. 179 – O resultado anual em cada componente curricular é a média aritmética das avaliações bimestrais, onde a pontuação mínima para aprovação é de 6,0 (seis vírgula zero)

 

MA = 1ª. MB + 2ª + 3ª. MB + 4ª. MB =6,0

 

 

Art. 180 – O aluno que obtiver média anual inferior a 6,0 em (seis vírgula zero), será submetido à avaliação final, previsto em calendário, logo após o término  do período letivo.

 

Art. 181 – Após a avaliação final, será considerado aprovado, o aluno que obtiver média final  (MF) igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento).

 

MF =MA + AF =6,0

 

 

Art. 182 – O aluno que faltar à avaliação prevista no calendário escolar , poderá requerer mediante apresentação do atestado médico a 2ª chamada. Caso a falta não seja justificada por intermédio do atestado médico, será cobrada uma taxa proposta pela Escola ou Colégio.

 

Art. 183 – Exigir-se-á a participação de todos os alunos, sem exceção alguma, em todas as atividades previstas para a avaliação da aprendizagem, inclusive nas atividades complementares constantes da organização curricular.

 

 

Seção II

Da promoção e Reprovação

 

 

Art. 184 – O aluno será promovido à série subsequente, desde que alcançados os requisitos mínimos na série anterior.

 

Art. 185 – Será considerado promovido à série seguinte o aluno que, ao final do ano letivo, tiver alcançado:

I – média maior ou igual a 6,0 (seis vírgula zero) por disciplina;

II – frequência  mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas letivas.

 

Art. 186 – Será considerado reprovado o aluno que tenha frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas letivas anuais da série em curso, mesmo com média igual ou superior ao mínimo estabelecido neste Regimento.

 

Parágrafo único – Os alunos amparados pela Lei 6.22/75 (alunas gestantes), pelo Decreto 1.044/69 (alunos de atestado médico), Lei no. 10.287/2001 (porcentagem de faltas acima de 50 por cento) e Legislação Militar recebem tratamento específico.

 

 

Seção III

Da Recuperação

 

Art. 187 – A recuperação é um processo contínuo de complementação pedagógica para superar dificuldades, no que for necessário e em época prevista no que for necessário e em época prevista no calendário escolar.

 

Parágrafo único – O aluno só poderá participar da recuperação caso tenha realizado alguma avaliação durante o período letivo.

 

Art. 188 – A recuperação paralela será oferecida concomitantemente ao ensino de cada disciplina. Haverá no final de cada bimestre em revisão dos conteúdos estudados durante o mesmo, oferecendo assim ao educando mais uma oportunidade de aprendizado.

 

Art. 189 – O resultado da recuperação, deve substituir a média bimestral, considerada insuficiente na respectiva disciplina, porém, sempre prevalecendo a favor do aluno, a nota superior.

 

 

Regulamento Escolar

 

Para se alcançar êxito e o melhor aproveitamento nos estudos, espera-se que haja participação e empenho no processo, tanto do aluno, como dos pais ou responsáveis.

 

Direitos e Deveres dos Alunos

Dos Direitos

 

Além daqueles que lhe são outorgados por legislação específica ou por este Regimento, constitui direitos dos alunos:

1- acessar livremente ás informações necessárias à sua formação, desenvolvimento pessoal, cidadania e qualificação ao mundo do trabalho;

2- questionar, com respeito e visando ao aperfeiçoamento do ensino, as deficiências escolares que verificarem e que pela sua natureza, possam prejudicar o aproveitamento escolar;

3- utilizar-se das instalações e dependências da escola ou colégio, assim como dos livros da Biblioteca  e outros equipamentos, nos termos de regulamentos e normas próprias;

4- ser tratado com respeito, atenção e urbanidade, pela direção, professores e funcionários da escola e colegas;

5- participar das atividades escolares, desenvolvidas em sala de aula e outras de caráter recreativo, esportivo ou religioso destinadas a sua formação, promovidas pela escola;

6- tomar conhecimento, através da caderneta escolar ou boletins, de notas relativas ao aproveitamento e de sua frequência;

7- requerer a realização de nova avaliação a que tenha faltado por motivo justo e de conformidade com este Regimento;

8- requerer a transferência de turno quando maior de idade ou através dos pais, quando menos, desde que exista vaga no turno pretendido;

9- requerer cancelamento de matrícula ou transferência quando maior de idade, ou através do responsável legal, quando menos, observadas as normas em vigor;

10- participar de excursões e atividades desportivas, culturais, religiosas, cívicas e sociais;

11- ver-se respeitando em suas características individuais, sem sofrer discriminação de qualquer natureza;

12- votar e ser votado nas eleições escolares para representantes de turma e outras funções, quando solicitado pela direção e/ou dirigentes de associações, observando as disposições deste Regimento e as leis vigentes.

 

Dos Deveres

 

Constituem deveres dos alunos, além daqueles emanados por toda legislação vigente ou por este Regimento:

1- respeitar a Direção, Corpo Técnico-Docente, demais funcionários e colegas;

2- respeitar as normas disciplinares da Instituição;

3- comparecer e prestigiar as solenidades, sociais, cívicas, religiosas e festas de cunho cultural promovidas pela escola;

4- contribuir para o prestígio, reputação e boa imagem da escola;

5- apresentar documentos quando lhe forem exigidos;

6- observar a pontualidade e assiduidade ás aulas e demais atividades escolares;

7- cumprir as tarefas escolares e submeterem-se ás avaliações;

8- comparecer pontualmente e de forma participativa às atividades escolares, inclusive  ocupando na sala o lugar que lhe for designado;

9- recorrer às autoridades da escola quando prejudicado em seus direitos;

10-obedecer às normas estabelecidas pelo código de ética escolar e demais regulamentos da unidade escolar e/ou determinações da Mantenedora;

11- solicitar autorização da Direção, para realizar coletas e subscrição dentro ou fora da escola usando nome da mesma;

12- ter adequado comportamento social para tratar funcionários da escola, colegas, visitantes e autoridades com civilidade e respeito;

13- portar identidade escolar expedida pela escola e apresentá-la quando lhe for exigido;

14- cooperar para a boa conservação dos móveis, equipamentos e materiais escolares, colaborando também, para a manutenção do asseio do edifício e suas dependências;

15- observar rigorosa probidade na execução de quaisquer provas ou trabalhos escolares (honestidade e integridade intelectual);

16- apresentar-se uniformizado, com asseio pessoal e sempre decentemente trajado;

17- possuir o material exigido trazendo-o às atividades escolares, escolares, em perfeita ordem, responsabilizando-se pelo mesmo;

18- indenizar o prejuízo, por si ou por seu responsável legal, se menos, quando produzir dano material ao estabelecimento ou a objetos de propriedade dos colegas e funcionários;

19- Não fumar nas dependências da Escola;

20- Não se ocupar com assuntos estranhos às atividades estudantis, dentro dos horários escolares e nas dependências da Instituição.

 

Os alunos da Educação Infantil devem ser tratados em seus direitos e deveres observando-se as características próprias desta faixa etária.

 

Código Ético Disciplinar

 

  1. 2.    Pontualidade:

 

A. INÍCIO DAS AULAS: Horário determinado pela Unidade Escolar.

B. ATRASOS: Será considerado atraso a partir do início das aulas, sendo o horário determinado pela Unidade Escolar. Cada atraso será anotado no prontuário do aluno. Após três atrasos, o aluno receberá uma advertência por escrito, devendo ser desenvolvida ao SOE com a assinatura dos pais e/ou responsáveis. No 4º atraso o aluno será suspenso das aulas sendo convocado o responsável para avaliação do problema. A Escola tolera, no máximo, 10 minutos de atraso após o sinal, para que o aluno assista a 1ª aula sem prejuízos.

C. RECREIO: É assegurado aos alunos um intervalo diário de 20 minutos para descanso e merenda. Faltando 5 minutos para o término do mesmo9 será dado o primeiro sinal indicando que os alunos e professores deverão dirigir-se para a sala de aula. O segundo sinal indicará o reinício das aulas. Em caso de atraso será aplicado as mesmas advertências do item B.

D. SAÍDA DA SALA DE AULA: No decorrer da aula, o aluno só poderá sair da sala mediante autorização (crachá) fornecida pelo professor responsável.

 

2. Saída Especial da Escola:

 

O aluno somente poderá sair fora do horário normal mediante apresentação da justificativa do responsável por escrito (na agenda) e autorização da Direção da Escola ou SOE com a presença do responsável.

 

3. Uniforme: uso OBRIGATÓRIO:

 

 

A. UNIFORME COMPLETO: Apresentar-se completamente uniformizado todos os dias.

B. UNIFORME DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O uso do uniforme de Educação Física é opcional deverá ser utilizado durante as aulas desta disciplina.

C. BONÉ E CHINELOS: É expressamente proibido o uso de boné e chinelos em qualquer atividade e ambiente da escola.

D. ACESSÓRIOS: Não faz parte do uniforme o uso de jóias e brincos, bijuterias, adornos, simpatias, fitinhas e pinturas: para a própria segurança do aluno. Infringindo esta norma, o material será guardado na diretoria.

E. APRESENTAÇÃO PESSOAL: O aluno deverá apresentar-se com o uniforme limpo e completo.

F. HIGIENE PESSOAL: Cabelos lavados e penteados, dentes escovados, uso de desodorantes e banhos diários.

G. CABELO MASCULINO: Curto e natural.

 

 

Organização administrativa e docente

 

 

 

 

Professor/Funcionário

Formação

Função

01

Ana Lúcia Cardoso C. Oliveira

Letras

 

02

Andreia Alves Rocha Zulski

Pedagogia

 

03

Ângela Marta Almeida Storch

Magistério/Pedagogia

 

04

Cirlene Santana Alves

Magistério/Pedagogia (cursando)

 

05

Cléia Gomes da Silva

Educação Física

 

06

Cláudio Jessé Ludwig Dourado

Educação Física

 

07

Doracy Dantas Holtz

Bioquímica

 

08

Edielen Felicio  Matos

Pedagogia

 

09

Evanélia Santana de Oliveira

Pedagogia

 

10

Izaura Laurindo de Carvalho

Letras

 

11

Izabela Martins N. de O. Pereira

Magistério - Pedagogia(cursando)

 

12

Karoline Silva Sant'Ana

História

 

13

Marina Esteves  Andrade

Música

 

14

Mônica Baptista

Magistério/Pedagogia

 

15

Nilson Pereira da Silva

Teologia

 

16

Priscila Franco Tricânico

Inglês/Letras

 

17

Renato Aleixo Alves

História/Geografia

 

18

Sandoval Ferreira

Matemática

 

19

Solange Gomes Candido Alves

Magistério/Pedagogia

 

20

Vilma Almeida Santos

Magistério- Pedagogia (cursando)

 

21

Zildarclis Batista Pereira

Pedagogia

 

22

Antonia Lopes Camargo

Administração(cursando)

 

23

Antonio Teshiu Pereira

Ensino Fundamental

 

24

Janice dos santos

Ensino Médio (Incompleto)

 

25

Moisés Manir Sarquiz

Teologia /Mestrado em Educação

 

26

Neusa Maria Ferreira Sarquiz

Pedagogia/Administração Escolar

 

27

Nilcirene Torais de Martus

Pedagogia (cursando)

 

28

Renato Luiz Martins Ferreira

Ensino Médio

 

29

Roseli Rosetti da Silva

Pedagogia (cursando)

 

30

Vanusia de Almeida Santana

Gestão Financeira (cursando)